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[28.12.05]
ANO NOVO, NOVO ANO
A minha analista costumava dizer que pessoas como eu passam por uma síndrome muito comum nessa época do ano. Resolvi chamar isso de "Depressão do Dia de São Silvestre". Costuma começar antes do Natal e se estende, no meu caso, até o dia do meu aniversário. O motivo é simples: essa época do ano é parada, lenta, e eu costumo ficar trancafiada em casa comendo arroz de lentilha e pensando em como o mundo lá fora deve estar bem divertido.
Pois bem. Esse ano, parece que a danada vai ser mais branda. Ou vai ter durado menos.
Sabe por que? Vou contar, mas é segredo: estou de passagem comprada pro Rio de Janeiro. Chego sexta-feira de manhã. Amigos cariocas, se preparem, porque eu vou quebrar tudo na cidade de vocês.
Vou pular ondinhas em Copacabana, dançar funk, sambar no ensaio da Mangueira, tirar foto no calçadão de Ipanema. Beeem clichê de turista. Dizem que o que você faz na hora da virada, você vai repetir muitas vezes no ano que está começando. Tomara que isso seja verdade, porque aí vou passar o ano inteiro na praia.
Espero que com essa mudança de ares, de planos e de idéias, meu 2006 seja melhor do que foi 2005.
Esse foi um ano muito conturbado, muito complicado, muito cheio de durezas mil e dificuldades várias. Mas também foi um ano em que coisas muito positivas aconteceram, muito amadurecimento, muita evolução.
Não vou ficar aqui gastando meu latim fazendo uma Retrospecitva 2005, como eu faço todo ano. Deixa isso pra Globo. Estou honestamente meio decepcionada com o ano que passou, e pretendo trabalhar muito pra que o ano que vem seja diferente.
E para 2006, desejo:
* Mais fé
* Muita saúde
* Amor duradouro
* Família reunida
* Dinheiro grande no bolso
* E menos mulheres grávidas dos meus namorados.
Um feliz, mas feliz, mas felicíssimo 2006 pra todo mundo. Que os olhos de Deus estejam voltados pra vocês.
Beijocas
arquitetado por Vivs * 21:32
Me beija, Scarlett:
[26.12.05]
VOLTEI
Ele me deu um beijo na boca e me disse:
"A vida é oca como a touca de um bebê sem cabeça"
E eu ri à beça.
Por pura, simples, ampla, geral e irrestrita falta do que postar.
arquitetado por Vivs * 15:57
Me beija, Scarlett:
[23.12.05]
ENTÃO É NATAL
Na minha casa, o Natal já chegou há alguns dias. A árvore é enorme, tem luzinhas do lado de fora da casa, e os pacotes contendo presentes pra mulecada não páram de chegar. Família grande e "grega", dá nisso.
Hoje já ganhei meu primeiro presente de Natal: um grande amigo me deu uma garrafa de vinho Concha y Toro, simplesmente Cabernet Sauvignon, simplesmente meu vinho predileto. Ele acertou. Agora, além de ter uma cachaça Germana guardada no armário, terei um Concha y Toro guardado no mesmo armário. Praticamente uma alcoólatra.
E Natal é tempo que me faz pensar. No sentido e na perda do sentido dessa data. Fico triste de ver que os shoppings vão abrir 24 horas direto, e que o trânsito em frente a eles é colossal, só porque um dia pensaram que Natal daria dinheiro.
Pois sim. Essa é a minha reflexão, e também minha mensagem: vou pra casa da minha familiona nesse Natal, comer um monte, falar muito, trocar abraços e carinhos. E fodam-se os presentes. Desejo que o Natal de todos, na blogosfera e fora dela, seja doce como o doce de laranja da minha vó, e sublime como a árvore de Natal de cristais Swarovski do shopping aqui perto de casa.
Na tradição cristã é assim: no primeiro Natal, quem ganhou presentes foi Jesus. A idéia era que, nos Natais seguintes, se dessem presentes às pessoas queridas, no intuito de dizer: "Você é importante. Você é divino. Você é luz, é raio, estrela e luar - manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô*."
Hoje vou viajar com a família, ao encontro da familiona.
Que vocês, no Natal, consigam se encontrar com o divino, e especialmente, com o divino que existe em quem vocês vão presentear. Existe uma saudação no candomblé que diz Mojubá - significa "a divindade que existe em mim saúda a divindade que habita em você". É essa a mensagem.
Feliz Natal. Mojubá Axé. E Rexona (como diz meu querido Orondino).
* Essa parte do Wando vocês não precisam dizer.
P.S.: Vou ficar sem postar esses dias, mas tem uns 2 posts aí embaixo pra vocês se divertirem - e comentarem.
arquitetado por Vivs * 01:38
Me beija, Scarlett:
[21.12.05]
O SEGUNDO SEXO
Cuidado comigo.
Porque eu sou mulherzinha.
Porque eu corro quando vejo uma barata, e suspiro quando vejo uma sapataria.
Porque eu chorei vendo Cidade dos Anjos.
Porque eu adoro chocolate e fico feia na TPM.
Porque eu me depilo no salão e adoro beijo na nuca.
Porque eu me derreto toda quando me chamam de "minha flor", ou de "minha nêga".
Porque eu assisto Sex and The City, e trocaria meu scarpin bicolor por umazinha com o Mr. Big.
E engraçado como eu nunca ganhei flores, bombons ou almofada de coração.
Esses homens de hoje em dia não reconhecem uma mulher quando vêem uma.
P.S.: Natal. Oh God. Como que esse ano teve a moral de voar.
P.S. 2: "E se eu tô te dando linha é pra comer você". Isso diz a Ana Carolina, no seu disco com o Seu Jorge. Mundo cão.
arquitetado por Vivs * 17:27
Me beija, Scarlett:
[19.12.05]
"A VIDA TÃO SIMPLES É BOA"
Semana passada eu ganhei móveis novos pro meu quarto. Na mudança de lugares, acabei desenterrando coisas que não dava nem pra acreditar.
Achei uma caixa abarrotada de bilhetinhos da época da escola. Bilhetinhos e cartinhas. Botei um sorriso besta na boca e comecei a lembrar de como esses pequenos papéis circulavam pelos corredores.
Clara, Vinícius, Diêgo, Nathália, Michelle, Bruno, Fábio, Thaysa, Henrique. Alguns eram gays, outros eram meus namorados. Algumas engravidaram. Todos em salas separadas, alguns na mesma série que eu, outros não. Escrevíamos as cartinhas na aula de física, de matemática ou de química (nas de literatura, história e geografia não, porque eram aulas-tesão). Na hora do intervalo, todo mundo se encontrava no pátio e trocava. Proibido ler antes de entrar na sala. As cartinhas eram escritas com caneta colorida, geralmente com cheiro de chiclete. A folha do caderno era dobrada em forma de origami - nenhuma carta chegava igual à outra. Conteúdo: neologismos, gírias velhas, apelidos únicos, palavrões, brincadeirinhas de cunho sexual. Ás vezes, declarações de amor. Às vezes brigas e broncas. Às vezes, só uma frase. Nada muito sério, coisas suaves.
O importante, nas cartinhas e no movimento de trocá-las, era a essência. Nós éramos um grupo de amigos que faziam teatro na mesma turma, que matavam aula tocando violão, que comíam tudo o que tinha na geladeira da casa daquela. E que se cuidavam mutuamente, como se a falta de um abalasse toda a estrutura. Errava um, todo mundo aprendia junto. Um dava conselhos ao outro. Me lembro de uma carta que recebi, muito bem cuidada, escrita por todos eles. Veio às minhas mãos na aula de geometria, num dia em que eu tinha chorado tudo o que eu podia, na hora do intervalo. Chorei junto deles, e eles não sabiam onde por as mãos, o que dizer, como reagir. O motivo das lágrimas, eu não sei bem dizer; talvez tenha sido o motivo de sempre. O que sei é que na aula seguinte, recebi uma carta escrita impecavelmente, com um recadinho de cada um. Acho que nesse dia, e hoje lembrando, aprendi o significado de "amigo".
Piegas, piegas. Mas é isso mesmo. O amigo é o essencial. O cuidado do amigo é fundamental. Ai de quem virou gente grande e acha que não precisa mais disso. Vai secar igual o gramado da Esplanada no mês de Julho. Vai ficar mais amargo do que a coisa mais amarga que eu já provei na vida*. Vai ficar mais feio que bater na mãe.
Com amigo a gente briga, desentende. Mas sem amigo a gente descompensa. A vida entra de sola, e nos exige momentos de solidão voluntária, de "preciso pensar na vida", e quando ela nos cobra isso, não dá pra negar. Mas o amigo, a essência do amigo, esse está lá, nos olhando pela fresta, nos vigiando, pronto para entrar no recinto assim que achar que deve.
Sinto falta dos meus amigos. Sei que eles estão lá e aqui, nessa onipresença que é típica deles. Mas se eu pudesse voltar ao tempo em que trocava cartinhas com eles, o tempo em que eles eram muitos, e que eram unidos, voltava.
Hoje os amigos são poucos. Estão se esvaindo com a maturidade, separados pela distância, o trabalho, o marido, o leitinho das crianças.
É preciso cultivá-los. Escrever cartas, botar no correio, saber quem eles são.
Recuperar o viço de quando tínhamos 15 anos. Não deixar que essas tretas da vida nos afastem mais. Sou uma pessoa muito melhor por causa deles. Preciso cultivá-los.
Saudade. Reticências.
* Quem quiser saber o que é vai ter que me perguntar, por que isso não é coisa que se escreva num blog de família.
P.S.: E parabéns para a Agnes Debutante. Vestido cor-de-rosa, anel solitário e valsa com os cadetes de Barbacena. Ê, vidão. XD
arquitetado por Vivs * 19:41
Me beija, Scarlett:
[16.12.05]
FÚTIL INTELECTUALIDADE
Estou meio exausta desse lero de que gente intelectual não pode fazer nada que gente comum faz. Dizem por aí que filminho Hollywood, Banda Calypso (agora também chamada Caípsilon), gibi da Turma da Mônica e roupa da moda não cabem em gente inteligente.
Não acho mesmo. Acho que é um direito de todo ser humano, independente de ele ler Kafka e gostar de ver filme japonês, chegar em casa cansado à noite e assistir a novela das 8, na Globo, sem crise de consciência e com o pé no sofá. E tocar o foda-se pro fato de a Globo ser manipuladora, dominadora do povo brasileiro, pasteurizadora de mentes.
Aliás, sobre isso eu tenho a cabeça bem resolvida. Odeio a Globo, acho tudo isso dela, quero mais é que ela vá à falência, mas juro, com os dois pés juntos, que não resisti quando vi o sutiã da Belíssima na prateleira. É, acreditem. A lingerie da Belíssima existe de verdade (é das Organizações Globo), e está à venda. E é linda. Comprei, comprei e comprei. Até eu quis me dar uns pegas quando me vi dentro daquele sutiã. Vesti gostoso.
Acredito que, a despeito de uma pessoa ser inteligente, intelectual, qualquer coisa, ela tem o direito de ser feliz de maneira totalmente tranquila.
Tem o direito de dançar Caípsilon e fanque a noite inteira numa festa, sem que isso ameace a sua integridade intelectual.
Tem o direito de ler a Revista Nova, aprender todas aquelas putarias e descobrir todas aquelas futilidades, sem se tornar uma pessoa menor.
Tem o direito de assistir filme água com açúcar da Meg Ryan, chorar um monte, sem se sentir culpado pelo fato de o filme não ter levado a nenhuma reflexão existencial.
Tem o direito de usar uma roupa bacana que esteja na moda, sem ficar louco pelo simples fato de a mesma estar na moda.
Acho uma xaropagem esse lance de ter que ser intelectual intocável o tempo todo. Me libertem desses estigmas. Me deixem suar e repetir insistentemente:
"Não pára não, vem cá
Me dá a sua mão
Quero que sinta toda essa emoção
Cavalo manco, agora eu vou te ensinar
Que isso e muito mais você só vai encontrar
NO PARÁÁÁÁÁÁÁÁ"
Poesia pura. E não me torna uma pessoa burra.
P.S.: Qual o plural de vai tomar no cu? Sei lá, mas ando elaborando uma forma de dizer isso. E preciso no plural.
P.S. 2: Mudança de planos: não tem preço.
P.S. 3: Mais um novo mortal linkado. Um quase jornalista que se auto-denomina "egoísta, prepotente e perfeccionista. E, daí?". Atitude. E anda de ônibus em Brasília chuvosa que nem eu.
P.S. 4: Aniversário chegando. Acho bom me dar um presente. Não sabe o que dar? Desculpa esfarrapada. Olha a minha wishlist. Pode até comprar pela internet mesmo. (O que o Orkut não é capaz de fazer?)
arquitetado por Vivs * 14:38
Me beija, Scarlett:
[15.12.05]
Foi um tempo que o tempo não esquece
Que os trovões eram roucos de se ouvir
Todo o céu começou a se abrir
Numa fenda de fogo que aparece
O poeta inicia sua prece
Ponteando em cordas e lamentos
Escrevendo seus novos mandamentos
Na fronteira de um mundo alucinado
Cavalgando em martelo agalopado
E viajando com loucos pensamentos
Cavalgando em martelo agalopado
E viajando com loucos pensamentos
Sete botas pisaram no telhado
Sete léguas comeram-se assim
Sete quedas de lava e de marfim
Sete copos de sangue derramado
Sete facas de fio amolado
Sete olhos atentos encerrei
Sete vezes eu me ajoelhei
Na presença de um ser iluminado
Como um cego fiquei tão ofuscado
Ante o brilho dos olhos que olhei
Pode ser que ninguém me compreenda
Quando digo que sou visionário
Pode a bíblia ser um dicionário
Pode tudo ser uma refazenda
Mas a mente talvez não me atenda
Se eu quiser novamente retornar
Para o mundo de leis me obrigar
A lutar pelo medo do engano
Eu prefiro um galope soberano
À loucura do mundo me entregar
Eu prefiro um galope soberano
À loucura do mundo me entregar
Canção Agalopada, Zé Ramalho
Cabeça a mil. Não pára de rodar. Assistindo "The Wall" mil vezes seguidas.
Pensando. Cavalgando. Martelando. Falando sozinha.
Decepções, divisões, decisões. 2006 vai ser pau de dar em doido.
Se eu não parar de pensar agora e começar a ouvir Kelly Key, vou ficar doida. Vou cursar Física Quântica.
Como eu queria agora alguém pra me ajudar a pensar em tudo. A me decidir. Alguém pra rir comigo desse turbilhão. Parceiro, companheiro, comparsa, cúmplice, colaborador, cooperador.
Mas "agora nada, de machado e sândalo". Nem tudo é perfeito.
Virar gente grande é a tarefa mais difícil que me deram nos últimos tempos.
P.S.: Prometo um post engraçadinho amanhã. Essas coisas só duram um dia.
P.S. 2: Mais um novo mortal linkado. Um quase jornalista que se auto-denomina "egoísta, prepotente e perfeccionista. E, daí?". Atitude. E anda de ônibus em Brasília chuvosa que nem eu.
P.S. 3: "Ainda há pouco, era apenas uma estrela
Uma imensa tocha antes do mergulho
Agora vem à tona
Sua ira é intensa
E você deseja saber
Se há algo
Que possa acalmá-la outra vez"
P.S. 4: "Não tem dó no peito
não tem jeito
não tem ninguém que mereça
não tem coração que esqueça
não tem pé não tem cabeça
não dá pé não é direito
não foi nada, eu não fiz nada disso
e você fez um bicho de sete cabeças"
arquitetado por Vivs * 13:16
Me beija, Scarlett:
[12.12.05]
DA PÁTRIA FILHOS
Essa semana, ouvi falarem que é uma covardia colocar mais crianças nesse mundo cão em que a gente vive.
Pois sim. Discordo.
O mundo é cão, mas a perspectiva de criar pessoinhas diferentes e que façam a diferença... isso me emociona.
Que venham os filhos, muitos. Na hora certa e do pai certo.
P.S.: Sexta-feira passada foi aniversário do meu irmão caçula. Dois anos. A experiência mais próxima da maternidade que já vivi.
P.S. 2: Dois novos blogs linkados: Enlatados e Qual o Plural de Vai Tomar no Cu? (esse último, o blog com o nome mais extenso que já vi). Linkei gostoso.
P.S. 3: Posts curtos e vagos, por causa da falta de assunto. Daqui a pouco o assunto volta.
arquitetado por Vivs * 12:42
Me beija, Scarlett:
[8.12.05]
CASA COMIGO?
No dia em que um homem me pedir em casamento, a minha resposta vai depender da resposta dele a uma pergunta:
- Vamos correr no Rally dos Sertões?
Se ele responder:
- Eu não! - tô fora
- Por que essa pergunta agora? - tô fora
- Que dia a gente compra a Land Rover? - caso, tenho muitos filhos e ainda me presto ao papel de lavar as cuecas dele.
P.S.: Mas é como diz uma grande amiga minha: Se casamento fosse bom, não precisava de testemunha. Maquiavélica.
arquitetado por Vivs * 12:12
Me beija, Scarlett:
[5.12.05]
O LED ZEPELLIN E A TRILHA SONORA DA VIDA
Quando eu assisti o filme "Escola do Rock", fiz questão de ver os bonus extras. Entre eles, todo o elenco do filme pedindo pelamordedeus pros remanescentes do Led Zepellin permitirem o uso de uma de suas geniais músicas na trilha sonora. A música escolhida foi Immigrant Song, que é decididamente uma de minhas prediletas.
Dessa vez, sou eu quem peço a permissão dos deuses do rock pra usar as minhas prediletas entre suas músicas na composição da trilha sonora que mais me apraz.
Pra acordar: Whole Lotta Love
Pra tomar banho de manhã: Good Times Bad Times
Pra entrar na igreja vestida de noiva: The Rain Song
Pra fazer sexo: Baby Come on Home, ou quem sabe Since I´ve Been Loving You, ou talvez Dy'er Mak'er (ou talvez as três, em random e no repeat)
Pra dirigir: Celebration Day
Pra dirigir em altíssima velocidade: Immigrant Song
Pra fazer sexo (2º round): Kashmir
Pra chorar: Stairway to Heaven
Pra decidir ligar para aquela pessoa pra quem você quer ligar mas não sabe se deve: Misty Mountain Hop
Pra dançar sozinha e feliz da vida depois de ligar: The Ocean
Pra ouvir no ônibus que está parado no meio de um engarrafamento: e tem música pra isso?
Pra fazer sexo (3º round): In The Evening (porra, como o Led Zepellin fez música de sexo, hein?)
Pra cozinhar: Black Dog
Pra fazer neném dormir: Thank You
E como não poderia ser diferente, para todas as opções acima, "Let the music be your master..."
P.S.: No próximo post do gênero, prometo mostrar que Pink Floyd não serve só pra trilha sonora de suicídio.
P.S. 2: Gostaria de me manifestar totalmente a favor da CPI do Bloggerman. Vamos desmascarar esse cara. Topo depor, desde que a minha pizza seja de doce de leite, ao final.
arquitetado por Vivs * 12:06
Me beija, Scarlett:
[1.12.05]
Cheguei meio atrasada, mas pelo visto rolou mesmo. Prova de que a evolução de uma pessoa é diretamente proporcional à evolução do seu blog.
Quem lê os arquivos do Salamandras de um ano atrás fica chocado com tanta evolução!
Tudo bem, nem tudo muda completamente. Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás! (ou, melhor dizendo, Hay ternura, pero endurecer, jamás!*)
Um brinde ao BON e a todo o povo que me visitou por essa indicação. Sintam-se à vontade pra visitar mais vezes, pôr o pé no sofá, abrir a geladeira e encher a caixa de comentários de spam e pedidos de visitas.
Pra vocês, a maior dose da Cachaça Germana. Ou melhor, da Salamandra - a blogueira cachaça do fogo. (Uuuuuuuh...)
Gracias, Bloggerman!
(Salamandras Verborrágicas, a caminho da fama, do sucesso, da consagração, da petulância e da xaropagem inerentes a tudo isso. Bleargh.)
* Não, isso não é uma indireta de cunho sexual. Cabeça suja do cacete!
arquitetado por Vivs * 13:10
Me beija, Scarlett:
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